Exclusivo Nova Iorque marca 11 de Setembro a curar as feridas da pandemia

Trump ameaça não libertar fundos para um estado cuja cidade principal se mantém sem turistas, sem Broadway e quase sem trabalhadores nos escritórios. Só aumenta o crime com armas de fogo.

Com a cidade e o estado a registarem oito e 11 vezes mais mortos de covid-19 do que o causado pela organização de Bin Laden, ainda sem o bulício pela qual é conhecida, mas com a perspetiva de poder reabrir de forma gradual, a começar pelas aulas: é neste quadro que Nova Iorque evoca nesta sexta-feira o décimo nono aniversário dos atentados da Al-Qaeda.

Sem a presença do presidente e candidato Donald Trump nem do opositor democrata Joe Biden nas eleições a realizar em menos de dois meses, Nova Iorque vai realizar a já tradicional cerimónia anual em memória dos quase 3000 mortos resultantes do ataque terrorista com um minuto de silêncio nos momentos exatos, há 19 anos, em que os terroristas fizeram colidir dois aviões sequestrados contra as torres gémeas do World Trade Center.

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