Premium Luis Díaz. Da infância pobre e da seleção indígena a eleito por Queiroz e pelo FC Porto

O extremo colombiano de 22 anos é o sucessor de Brahimi nos dragões. Sofreu de problemas de desnutrição, teve de engordar dez quilos e deve muito da sua carreira a Carlos Valderrama, que lhe abriu as portas da seleção indígena da Colômbia e o do Junior Barranquilla.

Luis Fernando Díaz Marulanda, de 22 anos, foi nesta quarta-feira anunciado como reforço do FC Porto - assinou contrato até 2024 e vai jogar com o número 7 nas costas. É o culminar de um ano de sonho para o extremo colombiano, que recentemente teve a oportunidade de representar a seleção do seu país na Copa América, chamado por Carlos Queiroz, e que agora cumpre o sonho de menino de ter a oportunidade de jogar no futebol europeu, num clube onde, entre outros, despontaram alguns compatriotas como Radamel Falcao, James Rodríguez e Jackson Martínez.

Díaz teve uma infância difícil. Nasceu no bairro de Los Cerezos, em Barrancas, a sul da cidade de La Guajira. Um local marcado pela pobreza e por situações de violência, insegurança e desnutrição. O gosto e o jeito para o futebol estiveram sempre presentes desde criança, quando nas peladas de rua tentava imitar os dribles de Ronaldinho Gaúcho, o seu ídolo. E mesmo quando chegava a casa ensaiava os gestos da antiga estrela do Barcelona e da seleção brasileira.

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