Premium Kosovo. Uma seleção que nasceu do sonho do herói Fadil Vokrri

A seleção kosovar joga nesta terça-feira com a Inglaterra, poucos dias depois de ter obtido uma vitória histórica frente à República Checa, que a coloca na rota da fase final do Euro 2020. Só em maio de 2016, depois de uma grande luta de um herói nacional, foi autorizada pela FIFA a participar em competições oficiais e agora está numa série de 15 jogos sem perder.

Quinze jogos, zero derrotas e o apuramento para o Euro 2020 à vista. É este o cartão-de-visita da jovem seleção do Kosovo, que nesta terça-feira (19.45) tem um duro teste às suas capacidades em Southampton, com a Inglaterra, dias depois de uma histórica vitória diante da República Checa no estádio que tem o nome daquele que é considerado o principal responsável pelo emergir do futebol desta antiga região da Jugoslávia: Fadil Vokrri.

A 17 de fevereiro de 2008, o governo provisório da República do Kosovo declarou-se unilateralmente um país independente, contra a Sérvia que ainda hoje reclama aquele território como seu. Mas o reconhecimento por parte dos Estados Unidos, França, Reino Unido, Alemanha e Portugal, entre outros países europeus, fez que os kosovares fossem finalmente vistos como uma nação independente, formada na sua maioria por uma população albanesa e uma minoria (5%) sérvia.

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Fernando Rosales, vou começar a inventá-lo, nasceu em Saucelle, numa margem do rio Douro. Se fosse na outra, seria português. Assim, é espanhol. Prossigo a invenção, verdadeira: era garoto, os seus pais levaram-no de férias a Barcelona. Foram ver um parque. Logo ficou com um daqueles nomes que se transformam no trenó Rosebud das nossas vidas: Parque Güell. Na verdade, saberia só mais tarde, era Barcelona, toda ela.

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Já era tempo de a humanidade começar a atuar sem ideias preconcebidas sobre como erradicar a pobreza. A atribuição do Prémio Nobel da Economia esta semana a Esther Duflo, ao seu marido Abhijit Vinaayak Banerjee e a Michael Kremer, pela sua abordagem para reduzir a pobreza global, parece indicar que estamos finalmente nesse caminho. Logo à partida, esta escolha reforça a noção de que a pobreza é mesmo um problema global e que deve ser assumido como tal. Em seguida, ilustra a validade do experimentalismo na abordagem que se quer cada vez mais científica às questões económico-sociais. Por último, pela análise que os laureados têm feito de questões específicas e precisas, temos a demonstração da importância das políticas económico-financeiras orientadas para as pessoas.

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