Premium Há cinco empresas que querem explorar apostas nas corridas de cavalos

Interesse há, mas falta cumprir "formalidades" para ser possível em Portugal apostar nas corridas de cavalos realizadas no estrangeiro. Por cá há adeptos, mas não existem hipódromos com condições para receber um negócio que pode render 300 milhões de euros/ano.

Há cinco empresas que entregaram o pedido para explorar as apostas em corridas de cavalo nos sites que já têm licença para disponibilizar jogos de fortuna e azar e apostas em competições desportivas à cota. No entanto, ainda nenhuma está autorizada, pois, segundo adiantou ao DN o Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), "ainda não cumpriram todas as formalidades legalmente exigidas, nomeadamente ao nível da apresentação do sistema técnico de jogo devidamente certificado". Esta entidade não divulga o nome dos concorrentes exatamente por não lhes ter sido atribuída a licença.

A possibilidade de receber apostas hípicas é um desejo das empresas licenciadas em Portugal desde que foi publicado o decreto-lei 66/2015 que definiu as condições e termos para a exploração e prática dos jogos e apostas online no país. No que diz respeito às corridas de cavalos, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa tem o exclusivo das apostas hípicas mútuas de base territorial, ou seja, é a única entidade que pode organizar e explorar essas apostas no território nacional. O que permitirá aos jogadores optar por entregar os boletins na rede de mediadores da SCML em vez de tentar onlinea sua sorte neste jogo.

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Clínicos gerais mantêm a urgência de pediatria aberta. "É como ir ao mecânico ali à igreja"

No hospital de Santiago do Cacém só há um pediatra no quadro e em idade de reforma. As urgências são asseguradas por este, um tarefeiro, clínicos gerais e médicos sem especialidade. Quando não estão, os doentes têm de fazer cem quilómetros para se dirigirem a outra unidade de saúde. O Alentejo é a região do país com menos pediatras, 38, segundo dados do ministério da Saúde, que desde o início do ano já gastou mais de 800 mil euros em tarefeiros para a pediatria.