Exclusivo Pedro Couceiro: dos palcos para os pódios

A paixão pela música que só foi ultrapassada pelo automobilismo

Piano, música clássica, fado, música popular e palcos, muitos deles divididos com gente importante do espetáculo da década de 1980. O lado B de Pedro Couceiro já foi o seu lado A antes de enveredar pelo desporto automóvel aos 12 anos. Contudo, a música e o piano continuam presentes até hoje. Aliás, em casa tem um piano ao qual dá uso quase diário. No confinamento devido à pandemia de covid-19 não houve dia que não se sentasse para tocar música clássica, sobretudo Beethoven. Em conversa com o DN, confessou que apesar de ter tido aulas em academias de música e de ter bom ouvido musical, nunca quis aprofundar, apesar de o pai o incentivar. "Os meus pais sempre disseram que a música nos ajuda a articular a cabeça", acrescenta. A ligação à vida musical vem da casa de família. Literalmente. " A minha mãe cantava muito bem." E o pai, que estudou em Coimbra, enchia a casa com amigos ligados ao fado da cidade académica, entre os quais Carlos Paredes.

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