Premium Dez treinadores no mercado. De Mourinho a Jesus, o que o futuro lhes reserva

Entre os pretendentes de Mourinho estão clubes franceses e italianos. Conte já disse que há grandes probabilidades de ficar em Itália, Wenger pode rumar ao Newcastle e Jesus até tem mercado no Brasil.

Com o aproximar do final da época nos principais campeonatos europeus, vai começar em breve a dança de treinadores. E não faltam bons candidatos, técnicos com nome feito e currículo, com títulos conquistados e êxitos. À cabeça surgem dois nomes, José Mourinho e Antonio Conte, pretendidos por meio mundo, sobretudo em Itália, treinadores que dispensam apresentações mas que pelo prestígio podem dar-se ao luxo de escolher o melhor projeto. Depois há ainda Wenger, que quer voltar ao ativo após 22 anos à frente do Arsenal. Ou Lopetegui, que falhou no Real Madrid mas que continua a ter mercado. Entre os portugueses, a maior curiosidade reside em Jorge Jesus, que já disse que tem um clube interessado em Inglaterra. Além disso tem pretendentes em França, um clube brasileiro que já lhe formulou um convite e já disse publicamente que não fechava as portas ao Sporting de Braga.

José Mourinho

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Elizabeth Warren tem um plano

Donald Trump continua com níveis baixos de aprovação nacional, mas capacidade muito elevada de manter a fidelidade republicana. A oportunidade para travar a reeleição do mais bizarro presidente que a história recente da América revelou existe: entre 55% e 60% dos eleitores garantem que Trump não merece segundo mandato. A chave está em saber se os democratas vão ser capazes de mobilizar para as urnas essa maioria anti-Trump que, para já, é só virtual. Em tempos normais, o centrismo experiente de Joe Biden seria a escolha mais avisada. Mas os EUA não vivem tempos normais. Kennedy apontou para a Lua e alimentava o "sonho americano". Obama oferecia a garantia de que ainda era possível acreditar nisso (yes we can). Elizabeth Warren pode não ter ambições tão inspiradoras - mas tem um plano. E esse plano da senadora corajosa e frontal do Massachusetts pode mesmo ser a maior ameaça a Donald Trump.