Premium Da gestão da coligação inédita à Catalunha: os desafios de Sánchez

Líder socialista conseguiu nesta terça-feira o apoio do Congresso e esta quarta-feira jurará a Constituição diante do rei, deixando de ser primeiro-ministro interino para ser presidente de um governo de coligação com a Unidas Podemos. Pela frente tem vários desafios.

"Sim, pode-se", gritaram os deputados da Unidas Podemos quando Pedro Sánchez conseguiu ser investido primeiro-ministro com 167 votos a favor, 165 contra e 18 abstenções no Congresso espanhol. Mas o socialista, que governará numa inédita coligação com a aliança liderada por Pablo Iglesias, não tem um caminho fácil pela frente.

"O verdadeiramente difícil começa amanhã", lembrou-lhe deste a tribuna o porta-voz do Partido Nacionalista Basco, Aitor Esteban. Sánchez presta esta quarta-feira juramento diante do rei Felipe VI, mas, segundo fontes socialistas citadas pelos jornais espanhóis, só deverá revelar a formação do governo para a semana, quando se esperava o primeiro Conselho de Ministros já na sexta-feira.

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