Premium O fiel discípulo


Imaginemos que António Costa se preocupava realmente com os verdadeiros problemas do país. A sua governação seria muito diferente do que é. Nesse caso ele teria de considerar as grandes questões nacionais, e essas andam muito arredadas da sua retórica.

A atenção estaria centrada no crescimento da economia. Se a dinâmica da nossa produção fosse intensa, todas as outras questões estariam resolvidas: os rendimentos das famílias aumentariam naturalmente, haveria recursos para atender aos sectores sociais e questões demográficas, e até o Orçamento seria excedentário e a dívida cairia, mesmo alargando as despesas. Não há dúvida de que a grande dificuldade da nossa vida pública é a falta de crescimento.

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Líderes europeus

As divisões da Europa 30 anos após o fim da Cortina de Ferro

Angela Merkel reuniu-se com Viktor Orbán, Emmanuel Macron com Vladimir Putin. Nos próximos dias, um e outro receberão Boris Johnson. E Matteo Salvini tenta assalto ao poder, enquanto alimenta a crise do navio da ONG Open Arms, com 107 migrantes a bordo, com a Espanha de Pedro Sánchez. No meio disto tudo prepara-se a cimeira do G7 em Biarritz. E assinala-se os 30 anos do princípio do fim da Cortina de Ferro.