Presidente nos corredores do Campo da Verderena, casa do futebol do Barreirense.
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A mulher que é presidente e quer "recuperar a mística" do Barreirense

Empresária de profissão, é, desde 30 de julho, a primeira mulher a presidir o centenário clube do Barreiro e incentiva outras a envolverem-se no movimento associativo. "Falta nós decidirmos e querermos."

Pela primeira vez em 108 anos de uma história rica nos relvados e nos pavilhões, o Barreirense tem uma mulher como presidente. Porque, como diz o lema do clube, há uma esperança que não finda e uma fé que tudo vence, Maria João de Figueiredo, 52 anos, candidatou-se com o intuito de recuperar a mística de um emblema que contabiliza 24 presenças na I Divisão e uma na Taça das Cidades com Feiras de futebol, considerada a antecessora da Taça UEFA, e dois títulos nacionais e seis Taças de Portugal no basquetebol.

Empresária de profissão, nasceu no Estoril. "Mas sou uma mulher do Barreiro", alerta. Aos 3 anos mudou-se para o concelho da margem sul do Tejo com os pais, empreendedores no ramo da restauração. Maria João ajudava-os a fazer as contas para os clientes e assim começou a paixão pelos números.

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