Exclusivo Castanha: a rainha multifacetada do São Martinho

Foi numa das suas padarias da esquina, a do bairro de Campo de Ourique, que nos encontrámos com o chef Vítor Sobral para falarmos do São Martinho e das suas memórias gastronómicas desta época.

Como é sabido, a celebração do santo a 11 de novembro deve-se a um cavaleiro nascido do exército romano que abandonou a guerra para se tornar um monge católico e, tal como diz a lenda, traz um pouco de verão nos dias já cinzentos e frios de novembro, o tal verão de São Martinho, e com isso a castanha. "Esta época lembra-me sempre a castanha, a água-pé, o bagaço ou o vinho tinto. Também a erva-doce e a jeropiga", conta o chef, que também é comendador da Ordem do Infante D. Henrique, ao DN.

Vítor Sobral, defensor da gastronomia portuguesa a quem a segunda vaga da pandemia de covid-19 assusta mas não para. Tanto que, por estas semanas, abriu mais um restaurante, em conjunto com uma empresa ligada ao segmento de luxo, a Otro, numa paralela à lisboeta Avenida da Liberdade.

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