Premium Estudos avaliam efeitos da luz infravermelha no cérebro

Estudos médicos estão a avaliar se a capacidade que a luz infravermelha tem de aumentar o metabolismo celular, traduzindo-se na produção e consumo de energia, pode também ajudar no tratamento e prevenção de doenças cerebrais.

Curar doenças através da exposição à luz pode causar ceticismo, mas talvez faça mais sentido se esta for considerada como uma fonte de energia, que pode afetar o comportamento dos eletrões nos átomos, que estão presentes em tudo. A luz que o ser humano consegue percecionar é apenas uma pequena parte do chamado espetro eletromagnético, que consiste em diferentes comprimentos de onda de fotões que transportam energia. Esse espetro varia desde as ondas de rádio, muito compridas e com baixa energia, até aos raios gama, com comprimentos de onda mais curtos e maior energia. Aqui incluem-se, também, as micro-ondas e os raios X.

O arco-íris de luz visível fica no meio do espetro. Esses comprimentos de onda são os únicos que se conseguem observar a olho nu, mas isso não significa que não existam outros. O vermelho é o que tem o maior comprimento de onda de luz visível, e os raios infravermelhos têm comprimentos de onda maiores do que o vermelho, estando, por isso, fora do campo de visão humano, embora possam ser observados com óculos de visão noturna.

Ler mais

Mais Notícias

Outros conteúdos GMG