Estas eram as precárias condições a bordo do Sea Watch enquanto durou a proibição de desembarque, ditada
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Os esquecidos do navio alemão 'Sea Watch 3'

Portugal acolheu cinco dos refugiados salvos no Mediterrâneo pelo navio alemão que o governo italiano queria impedir de aportar, em junho, e cuja capitã foi detida. Uma investigação do Investigate Europe revela que 11 dos refugiados continuam por realojar - incluindo uma mulher grávida - e estão num campo de detenção em condições desumanas.

Foi uma das notícias mais importantes de 2019: um barco de uma ONG alemã, o Sea Watch 3, desafiou a proibição decretada pelo governo italiano e atracou em Lampedusa trazendo a bordo 40 refugiados salvos no Mediterrâneo. A sua capitã, Carola Rackete, de 31 anos, foi presa e acusada de vários crimes, como auxílio à imigração ilegal e "por resistência ou violência contra um navio de guerra", porque o seu navio colidiu, no porto, com uma lancha da polícia italiana durante o tenso período em que a proibição colocava em risco a saúde dos passageiros e tripulantes que estavam há demasiado tempo no mar.

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