Exclusivo Caso Cláudia Simões. Câmara da Amadora nega existência de videovigilância nos locais

O BE insta MAI a explicar "desaparecimento" das imagens de videovigilância relativas à detenção de Cláudia Simões na Amadora. Mas a autarquia garante que a sua rede de câmaras, gerida pela PSP, não cobre o local em que a mulher foi detida, nem a esquadra para a qual foi transportada.

Não há nenhuma câmara de vigilância da autarquia da Amadora no local onde Cláudia Simões foi detida por um agente da PSP na noite de 19 de janeiro, na paragem dita do Bairro do Bosque, na Rua Elias Garcia, nem junto à esquadra de São Brás (60.ª esquadra), para onde terá sido levada pela PSP e à porta da qual, acusa, foi mandada para o chão pelos agentes e pontapeada na testa. Essa é a informação que o DN obteve diretamente da autarquia, que facultou ao jornal acesso ao mapa da localização das câmaras na zona.

De facto, de acordo com esse mapa, existem duas câmaras na Rua Elias Garcia, que é muito longa e atravessa toda a cidade da Amadora: uma está junto à boca de metro da Falagueira, outra perto do parque Delfim Guimarães. Ora, o Parque Delfim Guimarães está por sua vez perto do Centro Comercial Babilónia, onde Cláudia Simões terá entrado na carreira 163 da Vimeca, tendo saído na quarta paragem, a do Bairro do Bosque, da qual o metro da Falagueira dista centenas de metros.

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