Exclusivo A China na equação transatlântica

A China pode ser o fator imediato de entendimento entre Biden e os republicanos. Mas há sinais de mudanças importantes passada a etapa inicial do mandato. Washington e Bruxelas estão a desenhar uma agenda ambiciosa, com a China no epicentro estratégico. Mais um debate fundamental para Portugal.

Terminei o artigo da semana passada dizendo que a China pode ser o tema de troca posto em cima da mesa por Joe Biden para conseguir fazer as pontes necessárias com a bancada republicana no Senado, para a aprovação de altos cargos da nova administração e para desbloquear grandes pacotes financeiros e legislativos para fazer face à pandemia.

Tem-se gerado a perceção de que pouco ou nada mudará em relação a Donald Trump, mesmo que o tom truculento possa dar lugar a uma postura mais diplomática, embora não menos ideológica. Esta tese tem pertinência e foi já defendida pelo próprio Biden, quanto mais não seja porque é a que melhor encaixa na predisposição republicana.

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