Exclusivo Roger Federer. A mais longa final da carreira do tenista perfeito

Duas operações ao joelho direito em 2020 levam o "mais perfeito tenista" de sempre, aos 39 anos, a disputar a partida mais temida de toda a sua recheada carreira: reforma-se ou volta em forma para continuar a bater mais recordes? Continuar é o plano, para já...

"O tenista mais perfeito que o jogo já viu e provavelmente irá ver em muitos anos", segundo Gastão Elias, escolhido para adversário de treino durante duas semanas no Mónaco em 2007. Roger Federer está sem competir há um ano (derrota na meia-final do Open da Austrália 2020, em janeiro). Fez duas cirurgias ao joelho direito e voltaram as especulações sobre o fim da carreira. O suíço desmente-as e projeta o regresso para os torneios pós-Melbourne. Uma fera competitiva, o homem nascido a 8 de agosto de 1981 em Basileia só voltará se puder aumentar o inigualável palmarés. Disputa a mais longa final da carreira.

"Deve estar a chegar à conclusão de que vai regressar muito abaixo do seu nível. Mas se vai voltar? Vai. Não vai acabar assim a carreira, mas se nos primeiros tempos não correr bem, pode desistir", analisa Gastão Elias, ele próprio agastado com algumas lesões que o fizeram perder a carruagem principal do ténis, para onde quer voltar.

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