Premium Médicos: "Toda a gente está a falar de greve"

As duas estruturas sindicais que representam os médicos reúnem-se nesta quarta-feira com a ministra da Saúde. Caso não cheguem a acordo sobre a atualização salarial ou o horário de trabalho dos médicos, ameaçam endurecer as formas de luta.

O presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam) olha para o Serviço Nacional de Saúde como "uma vergonha". Por sua vez, o secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM) diz que o "governo tem mostrado uma total insensibilidade para com as propostas dos médicos".

Em vésperas da reunião com a ministra da Saúde, Marta Temido, o DN foi ouvir os responsáveis pelas duas estruturas sindicais que esta quarta-feira têm um encontro crucial para definir as relações entre governo e médicos até às legislativas. Caso não se consigam firmar acordos, os sindicatos já prometeram endurecer as formas de luta. O secretário-geral do SIM considera a hipótese de uma greve nacional - passado quase um ano desde a última (maio de 2018). Já o presidente da Fnam rejeita para já a hipótese da paralisação, mas não concretiza propostas sem falar com os profissionais de saúde.

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