Premium "Os independentistas cada vez são menos mas estão cada vez mais radicalizados"

Faz nesta segunda-feira um ano da realização do referendo ilegal sobre a independência da Catalunha. Desde então muitas coisas mudaram, nomeadamente os atores políticos que devem negociar uma saída do conflito, encontrando-se alguns deles detidos e outros exilados.

Ao longo do último ano, na Catalunha, mas também em Espanha, aconteceram muitas coisas inesperadas a nível político. O referendo ilegal organizado a 1 de outubro desencadeou outros acontecimentos, como a declaração unilateral da independência da Catalunha e esta, por sua vez, a aplicação do artigo 155.º da Constituição espanhola.

Houve fugas para o estrangeiro, sendo a mais famosa a do ex-presidente da Generalitat, Carles Puigdemont, que se encontra a viver na Bélgica. E a prisão preventiva por rebelião do ex-vice-presidente do governo autónomo catalão, Oriol Junqueras, bem como de outros oito conselheiros. Seguiram-se eleições, que deram a vitória ao Ciudadanos em número de votos, mas por falta de maioria parlamentar a Catalunha voltou a ser governada por uma coligação de independentistas. Quim Torra, fiel a Puigdemont, é o presidente da Generalitat.

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