Premium Ayrton Senna. Há 25 anos o Brasil perdeu o seu último campeão do mundo de F1

No dia 1 de maio de 1994, o Brasil assistiu em choque à morte, em direto pela televisão, daquele que é ainda hoje considerado o maior ídolo desportivo do país. O povo brasileiro viu partir uma estrela que lhe devolvera o orgulho no pós-ditadura militar.

"Ayrton, os nossos domingos não serão os mesmos sem você." Esta era uma das muitas mensagens que se podiam ler em São Paulo no dia 4 de maio de 1994, onde cerca de 240 mil pessoas encheram as ruas daquela cidade brasileira para receberem o corpo de Ayrton Senna da Silva, por muitos considerado o melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos, que morrera três dias antes num violento acidente no Grande Prémio de São Marino, no circuito de Ímola, em Itália.

Há precisamente 25 anos, o Brasil ficava órfão de um dos maiores ídolos da sua história desportiva, que ainda hoje é o último campeão do mundo de Fórmula 1 que o país conheceu. Aos 34 anos, Ayrton Senna era um símbolo para todos os brasileiros, pois em dez anos nas pistas de Fórmula 1 ganhara três títulos mundiais (1988, 1990 e 1991). Além disso, o talento do brasileiro voador e o carisma que transmitia faziam dele o maior orgulho de um povo.

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