Premium Marchesín, sucessor de Casillas. O sonho de ser avançado, a agressão que correu o mundo e o perfil de líder

O guarda-redes argentino de 31 anos, que joga no América do México, é o eleito para defender a baliza do FC Porto. Até aos 15 anos foi atacante, no ano passado foi notícia por agredir um jovem num treino, mas também já disse que é capaz de defender um colega de equipa até à morte.

Agustín Marchesín, 31 anos, guarda-redes argentino que joga no América, do México, foi o eleito da SAD do FC Porto para suceder a Iker Casillas, que devido a um enfarte sofrido em maio decidiu fazer uma pausa na carreira e assumir outras funções fora do campo. Curiosamente, o argentino tem precisamente como ídolo o espanhol, como confessou numa entrevista a um site mexicano, em março, ainda longe de saber que meses depois estaria nos planos do FC Porto.

"Casillas foi sempre o guarda-redes de que mais gostei, desde jovem. Tenho uma tremenda admiração por ele. Cresci com o Iker a defender a baliza do Real Madrid e o que mais admiro nele é a forma como consegue defender bolas impossíveis. É muito difícil conseguir estar tantos anos a jogar ao mais alto nível", disse.

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Elizabeth Warren tem um plano

Donald Trump continua com níveis baixos de aprovação nacional, mas capacidade muito elevada de manter a fidelidade republicana. A oportunidade para travar a reeleição do mais bizarro presidente que a história recente da América revelou existe: entre 55% e 60% dos eleitores garantem que Trump não merece segundo mandato. A chave está em saber se os democratas vão ser capazes de mobilizar para as urnas essa maioria anti-Trump que, para já, é só virtual. Em tempos normais, o centrismo experiente de Joe Biden seria a escolha mais avisada. Mas os EUA não vivem tempos normais. Kennedy apontou para a Lua e alimentava o "sonho americano". Obama oferecia a garantia de que ainda era possível acreditar nisso (yes we can). Elizabeth Warren pode não ter ambições tão inspiradoras - mas tem um plano. E esse plano da senadora corajosa e frontal do Massachusetts pode mesmo ser a maior ameaça a Donald Trump.