“Foi difícil convencer alguns deputados de que o problema não se esgota na proteção das crianças (...). Coloca-se também na proteção dos regimes”, admitiu Paulo Cunha.
“Foi difícil convencer alguns deputados de que o problema não se esgota na proteção das crianças (...). Coloca-se também na proteção dos regimes”, admitiu Paulo Cunha.

Paulo Cunha: “Do ponto de vista político, esta é uma espécie de Constituição para a IA”

Relator do Parlamento Europeu para a Convenção sobre Inteligência Artificial, carta que fixa, pela primeira vez, os princípios fundamentais sob os quais o desenvolvimento desta tecnologia se deve guiar, o eurodeputado português explica ao DN como o novo tratado internacional - que além da UE tem os EUA e o Japão como parceiros - pretende criar um perímetro de segurança global que proteja democracias e cidadãos, sem asfixiar a inovação tecnológica
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