Vítor Bento, presidente da Associação Portuguesa de Bancos
Vítor Bento, presidente da Associação Portuguesa de BancosGERARDO SANTOS

Crise política: banca defende regular funcionamento das instituições e "rápida resolução dos bloqueios"

Numa declaração ao DN, a Associação Portuguesa de Bancos (APB) diz que a estabilidade política é uma "condição favorável" à estabilidade económica e financeira.
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A estabilidade política é uma "condição favorável" para a estabilidade económica e financeira, defendeu esta segunda-feira a Associação Portuguesa de Bancos, numa declaração ao Diário de Notícias.

Questionada sobre como o sector encara a atual situação de crise política, fonte oficial da associação que presenta os bancos portugueses respondeu que a APB "não se pronuncia sobre a situação política de cada momento em concreto".

Porém, prosseguiu, a APB "reconhece a importância do contexto político e, portanto, do funcionamento do sistema político, para o funcionamento da economia, onde se enquadra, naturalmente, a atividade bancária".

"A estabilidade de tal contexto, que passa, entre outras coisas, pelo regular funcionamento das instituições, pela regularidade dos processos de renovação das legitimidades políticas constitucionalmente previstas ou pela rápida resolução dos bloqueios que possam surgir nesse caminho, constitui uma condição favorável à estabilidade económica e financeira", salientou a mesma fonte oficial da associação liderada por Vítor Bento.

A declaração da APB ao Diário de Notícias teve lugar esta segunda-feira, na véspera da apresentação no Parlamento de uma moção de confiança que, ao que tudo indica, será chumbada pela oposição.

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