O Banco de Fomento não está “perfeitamente sintonizado” com as exigências de controlo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), afirmou o presidente da Comissão de Auditoria do plano, apontando falhas de comunicação.“Não estão perfeitamente sintonizados com as exigências do controlo”, referiu o presidente da Comissão de Auditoria e Controlo do PRR, António Ferreira dos Santos, numa audição parlamentar na comissão de Economia e Coesão Territorial.Ferreira dos Santos precisou que este órgão tem feito pedidos ao Banco Português de Fomento que demoram a ser respondidos, à semelhança do que acontece com os que são formulados pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C).A Comissão de Auditoria e Controlo assinalou assim alguma dificuldade na comunicação com o banco, reiterando que este não está propriamente adaptado a responder ao controlo.“Com persistência e resiliência vamos tentando obter essas respostas para garantirmos que o nosso trabalho está a ser bem feito”, rematou.O Banco Português de Fomento, que tem sede no Porto, dedica-se a criar e disponibilizar soluções para as empresas aumentaram a sua capacidade empreendedora, o investimento e a criação de postos de trabalho.O PRR, que tem um período de execução até 2026, pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego..Mau tempo. "Não podemos contar com o dinheiro do PRR para acudir a estes desastres"