“Ver violência doméstica separada do trabalho não permite resposta mais eficaz”

A OIT olhou para um problema social e deu-lhe resposta económica na sua última convenção. Patrões portugueses votaram contra as recomendações.

Não é uma questão do trabalho, mas está a partir de agora a ele ligada à luz do direito internacional e será adotada em breve por Portugal. Os membros da Organização Internacional do Trabalho comprometem-se a mitigar os efeitos da violência doméstica no trabalho, sempre que seja praticável. A organização vai mais longe. Quer que empresas e sector público acomodem mais as necessidades das vítimas. Por exemplo, permitindo mudanças de posto de trabalho ou de turnos. Mas os patrões portugueses estão contra.

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