Lucro da Jerónimo Martins sobe 66,3% até março

Vendas do retalhista alimentar dono do Pingo Doce, do Recheio, da Biedronka e Ara cresceram 1,5%, para 4,8 mil milhões de euros, no primeiro trimestre. "Os resultados alcançados são encorajadores", diz Pedro Soares dos Santos, CEO da Jerónimo Martins.

A Jerónimo Martins fechou março com lucros de 58 milhões de euros, uma subida de 66,3% face aos primeiros três meses do ano passado. As vendas do retalhista alimentar dono do Pingo Doce, do Recheio, da Biedronka e Ara cresceram 1,5%, para 4,8 mil milhões de euros, até março, de acordo com o relatório e contas do grupo.

"Este trimestre é particularmente difícil de comparar com o mesmo período de 2020, quando registámos um excelente desempenho em janeiro e fevereiro, antes de sermos forte e inesperadamente afetados pelos primeiros efeitos, em março, da pandemia de covid-19. A resiliência demonstrada e o bom trabalho realizado em 2020 levaram as nossas insígnias a entrar em 2021 com propostas de valor reforçadas e preparadas para responder com assertividade à incerteza que rodeia a evolução da pandemia e os seus impactos", diz Pedro Soares dos Santos, CEO da Jerónimo Martins, citado no relatório e contas.

"Mesmo sabendo que, pela sazonalidade, o primeiro trimestre é o de menor materialidade, os resultados alcançados são encorajadores e reforçam a nossa confiança na capacidade de cada insígnia garantir a preferência dos consumidores e entregar crescimento rentável em 2021", reforça o gestor.

O EBITDA no período cifrou-se nos 322 milhões de euros, uma subida de 6,7% face a igual período do ano passado.

O grupo atingiu no trimestre um cash flow negativo de 21 milhões de euros, uma melhoria face aos 109 milhões de há um ano, e uma posição líquida de 491 milhões a 31 de março de 2021. "Incluindo as responsabilidades com locações operacionais capitalizadas, a dívida líquida atingiu 1.768 milhões de euros".

Leia mais em Dinheiro Vivo

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG