Queiroz Pereira: Investigação conclui que morte foi acidental

O corpo do empresário foi autopsiado na manhã desta segunda-feira e que ainda não há data para a sua trasladação para Portugal.

As autoridades espanholas deram por encerrada a investigação à morte do industrial Pedro Queiroz Pereira, tendo concluído que se tratou de um acidente.

Pedro Queiroz Pereira, dono da Semapa e da Navigator, morreu no sábado ao final da noite, aos 69 anos, no seu iate, em Ibiza. "A investigação está terminada. A conclusão é que se tratou de um acidente", apurou o Dinheiro Vivo.

O empresário sofreu uma queda no seu iate de luxo e as autoridades espanholas abriram uma investigação ao caso.

As conclusões preliminares apontam que o magnata "morreu de ataque cardíaco", não estando determinado se aquele "foi a causa da queda ou se foi consequência da queda".

Fonte oficial da Semapa afirmou que o corpo do empresário foi autopsiado na manhã desta segunda-feira e que ainda não há data para a sua trasladação para Portugal.

Leia mais em Dinheiro Vivo a sua marca de economia

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ruy Castro

À falta do Nobel, o Ig Nobel

Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.

Premium

João Taborda da Gama

Le pénis

Não gosto de fascistas e tenho pouco a dizer sobre pilas, mas abomino qualquer forma de censura de uns ou de outras. Proibir a vista dos pénis de Mapplethorpe é tão condenável como proibir a vinda de Le Pen à Web Summit. A minha geração não viveu qualquer censura, nem a de direita nem a que se lhe seguiu de esquerda. Fomos apenas confrontados com alguns relâmpagos de censura, mais caricatos do que reais, a última ceia do Herman, o Evangelho de Saramago. E as discussões mais recentes - o cancelamento de uma conferência de Jaime Nogueira Pinto na Nova, a conferência com negacionista das alterações climáticas na Universidade do Porto - demonstram o óbvio: por um lado, o ato de proibir o debate seja de quem for é a negação da liberdade sem mas ou ses, mas também a demonstração de que não há entre nós um instinto coletivo de defesa da liberdade de expressão independentemente de concordarmos com o seu conteúdo, e de este ser mais ou menos extremo.

Premium

Bernardo Pires de Lima

Em contagem decrescente

O brexit parece bloqueado após a reunião de Salzburgo. Líderes do processo endureceram posições e revelarem um tom mais próximo da rutura do que de um espírito negocial construtivo. A uma semana da convenção anual do partido conservador, será ​​​​​​​que esta dramatização serve os objetivos de Theresa May? E que fará a primeira-ministra até ao decisivo Conselho Europeu de novembro, caso ultrapasse esta guerrilha dentro do seu partido?