Procura-se especialistas para indústria em alto voo

Cluster aeronáutico cresce ao ritmo de 10% ao ano. Há pequenas e médias empresas e gigantes do espaço. Só falta mão-de-obra.

Mais de metade dos satélites geoestacionários colocados em órbita nos últimos anos têm dedo português. E o Instituto da Soldadura e Qualidade (ISQ) tem grande responsabilidade nisso, sobretudo graças ao contrato com o Porto Espacial de Kourou, na Guiana Francesa – o maior porto espacial do mundo -, que o presidente do ISQ, Pedro Matias, diz ser o salto mais emblemático do grupo no mundo da aeronáutica e indústria aeroespacial.

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