As caras da crise de combustíveis: “somos obrigados a trabalhar mais de 12h”

Três motoristas de materiais perigosos, dos 27 aos 60 anos, contam-nos porque os 630 euros de salário base não chegam e porque trabalham tantas horas

Por baixo de um viaduto, protegidos da chuva, algumas dezenas de motoristas de matérias perigosas esperam para ver quem é que vai garantir “os serviços mínimos que, ainda assim, vão manter o caos no país”. Quem o diz é Pedro Henriques, advogado e vice-presidente do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP).

Leia mais em Dinheiro Vivo a sua marca de economia

Ler mais

Exclusivos