Horta Osório. O homem do leme que resgatou o Lloyds do naufrágio

Depois da ajuda estatal em 2008, o banco britânico voltou a ser 100% privado. O Tesouro vendeu os últimos 0,25% que restavam da sua participação

No início de novembro de 2010, um curto comunicado surpreendeu o mundo financeiro do Reino Unido, Portugal e Espanha. O português António Horta Osório, que então liderava a operação britânica do grupo Santander, tinha sido convidado pelo governo inglês para dirigir o Lloyds Bank, um dos maiores, mais antigos e, na altura, mais problemáticos bancos do país.

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