Dono do Pingo Doce paga 500 euros de prémio a 21 mil funcionários em Portugal

Jerónimo Martins vai entregar 10 milhões de euros em prémios a 21 mil funcionários do grupo em Portugal

É o 14º ano consecutivo que este prémio é atribuído em Portugal. A Jerónimo Martins vai entregar 10 milhões de euros em prémios a 21 mil funcionários do grupo em Portugal. O prémio é referente ao desempenho do grupo dono do Recheio e do Pingo Doce o ano passado. Cada funcionário recebe 500 euros, uma subida de 5% face a 2018.

O prémio extraordinário anual, referente ao desempenho coletivo em 2019, é atribuído a 71.500 colaboradores do grupo, nos três países onde a Jerónimo Martins está presente, recebendo cada um dos colaboradores elegíveis 500 euros, o mesmo valor em Portugal, Polónia ou Colômbia. O grupo emprega 115 mil colaboradores.

Em Portugal, 80% dos colaboradores elegíveis vão receber o prémio, num total de quase 21 mil pessoas, o que representa um investimento de cerca 10 milhões de euros, informa a Jerónimo Martins.

Globalmente, o retalhista alimentar fechou o ano passado com 433 milhões de euros de lucros, uma subida de 7,9% no ano passado, face a 2018, e as vendas consolidadas cresceram 7,5% para 18.638 milhões de euros.

O Grupo Jerónimo Martins emprega mais de 115 mil colaboradores, 30% dos quais em Portugal onde, no ano passado, criou cerca de 1.300 postos de trabalho.

"Este prémio, pago em Portugal pelo 14º ano consecutivo, acumula com a remuneração variável mensal em vigor e com os vários programas e acções de apoio aos colaboradores nas dimensões da saúde, da educação e do bem-estar familiar, nas quais, em 2019, o Grupo investiu, só no nosso país, mais de 3,6 milhões de euros."

Trata-se de um prémio referente ao desempenho do grupo o ano passado, distinto dos anúncios de atribuição de prémios a colaboradores feito este ano por vários grupos retalhistas na sequência da pandemia do Covid-19. Mercadona, Auchan e DIA anunciaram prémios em março para compensar colaboradores depois da corrida aos supermercados pelos consumidores nacionais.

* Jornalista do Dinheiro Vivo, a sua marca de economia

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