Da fiscalidade ao emprego, como se aumenta a natalidade?

Os portugueses têm cada vez menos filhos e vivem cada vez mais anos num país que parece não ser desenhado para famílias.

As últimas estimativas apontam para que a população portuguesa não ultrapasse os sete milhões de habitantes daqui por 50 anos. As baixas taxas de natalidade, o aumento da esperança de vida e do número de mortes em idades mais avançadas, conduziram ao atual declínio demográfico. Numa iniciativa conjunta da Real Vida Seguros, Dinheiro Vivo e TSF, Maria Filomena Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Demografia, Ana Cid Gonçalves, secretária-geral da Associação das Famílias Numerosas e Jorge Líbano Monteiro, secretário-geral da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEG), debateram o impacto da baixa natalidade no futuro da sociedade e economia portuguesas, e dos efeitos inevitáveis no sistema de Segurança Social. E se reverter o declínio populacional é impossível, todos concordam que empresas e Estado têm trabalho a fazer no sentido de assegurar as condições necessárias a um aumento da natalidade nas famílias portuguesas.

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