"Coaching alargou-se ao mundo das startup"

São as grandes empresas e multinacionais que mais recorrem ao coaching. Mas a procura está a crescer entre as PME e startups

A pergunta veio da Fortune: qual foi o melhor conselho que alguma vez recebeu? "Contratar um coach" respondeu Eric Schmidt, presidente da Alphabet, empresa do universo Google, da qual era CEO na altura. Em entrevista à revista norte-americana, Eric Schmidt conta que a sugestão foi dada pelo investidor John Doerr. Apesar da resistência inicial, o gestor seguiu o conselho e não se arrependeu.

Jack Welch, o mítico ex-CEO da General Eletric, disse certa vez que "bons coaches prestam um serviço verdadeiramente importante. Dizem-te a verdade quando mais ninguém o faz". E poucos serão os presidentes executivos de gigantes empresariais que hoje não usufruam de um coach, ou seja, de uma espécie de treinador pessoal. "Mais de 50% dos nossos clientes provêm de multinacionais e grandes empresas, sobretudo nos domínios da indústria automóvel, alimentar e farmacêutica", revela Paulo Martins, coordenador da Escola de Coaching Executivo da CEGOC.

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