Vieira: "Conversas com João Félix é com o intuito dele ficar no clube"

Presidente do Benfica voltou a garantir que quer manter João Félix e negou que haja pressão dos pais e do empresário para o jovem sair.

Luís Filipe Vieira voltou a garantir esta sexta-feira que não pretende negociar nenhum dos jogadores formados na academia do Seixal e referiu-se em particular a João Félix, negando pressões da família e do empresário.

"Se depositarem as cláusulas na nossa conta não podemos fazer nada. O que eu posso dizer aos benfiquistas é que queremos manter todos os jogadores, inclusive o João Félix. Ele e outros. Já ouvir falar de muita coisa, de pressão de família e do empresário, mas nada disso existe. Todas as conversas que tivemos foi com o intuito do João Félix permanecer no clube", disse Vieira, à margem da entrega do título de campeão nacional e troféu da Taça de Portugal de futebol feminino ao Museu Cosme Damião, negando o interesse do Benfica no avançado Raúl de Tomás e adiantando que "os alvos para a nova época estão definidos".

O presidente voltou a elogiar a equipa pela conquista do título. "O 37 colocou-nos como a quarta equipa com mais títulos de campeão nacional na Europa e consolida o ciclo de hegemonia no futebol português, nomeadamente nos últimos cinco anos. No mesmo período, nas quatro principais provas, o Benfica conquistou 13 títulos, contra apenas sete dos outros rivais juntos, apesar de um deles poder acrescentar um outro amanhã [na final da Taça de Portugal]. São números que mostram de forma clara e inequívoca o trabalho feito. Por parte de uma vasta equipa de profissionalismo, que merecem todo o reconhecimento", referiu o presidente do Benfica

Questionado sobre a final da Taça de Portugal que neste sábado vai pôr o Sporting ao Benfica, e qual o seu desejo, Vieira foi categórico: "Sobre o jogo de amanhã, espero que seja um grande jogo, que qualquer um dos adversários que se vão defrontar demonstre bastante fair-play e que ganhe o melhor. É a única coisa que o Benfica pode desejar, não pode desejar mais nada."

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