Tribunal da Hungria rejeita colocar hacker Rui Pinto em prisão preventiva

O hacker português vai continuar em prisão domiciliária até ser tomada uma decisão sobre a sua extradição para Portugal

Rui Pinto, hacker português responsável pela divulgação de documentos confidenciais no site Football Leaks, vai continuar em prisão domiciliária na sua residência de Budapeste, uma vez que foi rejeitado o recurso do ministério público húngaro, que pretendia que o suspeito fosse transferido para uma cadeia, onde ficaria em prisão preventiva.

A notícia foi avançada pelo jornal Público, revelando que se trata de uma decisão do tribunal de recurso da Hungria, confirmada àquele diário por Francisco Teixeira da Mota, advogado português de Rui Pinto.

Nesse sentido, o hacker português irá continuar com a medida de coação que lhe foi aplicada logo após a sua detenção na capital húngara, pelo menos até que a juíza emita uma decisão sobre o pedido de extradição decretado pelas autoridades portuguesas.

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