Sporting à procura do primeiro título europeu de futsal. Final é hoje às 15.00

Leões defrontam na final os cazaques do Kairat Almaty. "A minha vontade de levantar o troféu é enorme. Já pensei várias vezes nisso", disse o treinador Nuno Dias.

O Sporting procura conquistar este domingo (15.00) o primeiro título europeu de futsal, na quarta final que disputa, frente aos cazaques do Kairat Almaty, anfitriões da 'final four' da Liga dos Campeões. Os leões vão abrir as portas do Pavilhão João Rocha para os adeptos que quiserem seguir em direto a transmissão televisiva do jogo que se realiza no Casaquistão.

A formação lisboeta chegou à final ao eliminar os espanhóis do Inter Movistar, por 5-3, vingando as derrotas nos encontros decisivos nas últimas duas temporadas. O Kairat, campeão em 2012/13 e 2014/15, afastou nas meias-finais o FC Barcelona, por 5-2. Além das finais de 2016/17 e 2017/18, ambas frente ao Inter Movistar, o Sporting tinha perdido no jogo decisivo diante dos italianos do Montesilvano, em 2010/11. O Benfica é a única equipa portuguesa que já conquistou o cetro, em 2009/10, em Lisboa.

"O AFC Kairat venceu com todo o mérito o Barcelona. Foram superiores e a passagem à final foi inteiramente justa, assim como a do Sporting. Esperamos um jogo difícil contra um adversário com muita qualidade e que já conhecemos porque já os defrontámos esta época. Tem características muito próprias e distintas das que encontrámos na sexta-feira, mas estamos preparados", disse o treinador Nuno Dias à Sporting TV e ao Jornal Sporting.


Questionado sobre o jogo que Sporting e AFC Kairat já disputaram esta temporada e que resultou numa derrota leonina numa fase anterior da UEFA Futsal Champions League, Nuno Dias foi categórico: "Tal como disse em relação aos jogos com o Inter FS, são estatísticas, é passado. Temos de tirar ilações desse jogo porque já foi nesta temporada, mas decorreu em outubro. Neste momento, a equipa está num momento óptimo. Temos sentimentos positivos e estamos conhecedores do que fizemos e do que lutámos para aqui chegarmos. Sabemos quais foram as armas que nos colocaram cá. Não nos vamos esquecer disso e vamos voltar a colocar essas armas em prática", referiu.

"A cooperação, a solidariedade, a garra, a união e a coragem são sentimentos que trouxemos para o Cazaquistão e que decidem jogos. Todas essas atitudes são reveladoras de um bom desempenho e é isso que queremos continuar a fazer", prosseguiu, não escondendo que já imaginou o momento em que se poderá sagrar campeão europeu. "A minha vontade de levantar o troféu é enorme. Já pensei várias vezes nisso e já tive tantos sentimentos sobre essa possibilidade que espero colocá-los em prática", concluiu o técnico.

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