Pais e filhos que marcaram pela seleção. Domingos e Gonçalo em lote restrito

Apenas três famílias tiveram pai e filho a marcar pela seleção. Domingos e Gonçalo Paciência entraram para o restrito lote nesta quinta-feira

Ao ter marcado nesta quinta-feira na goleada de Portugal à Lituânia (6-0), Gonçalo colocou a família Paciência num restrito lote de três que tiveram pai e filho a marcar pela seleção nacional.

O avançado do Eintracht Frankfurt segue assim as pisadas do pai, Domingos, que ao serviço da equipa das quinas marcou nove golos (em 24 jogos), um dos quais no Euro 1996, diante da Croácia.

Neste lote estão também as famílias de José e Rui Águas e de António e André André. Os Águas foram os primeiros a conseguir essa proeza, a 20 de setembro de 1989, quando Rui marcou à Suíça numa vitória por 2-1, depois de o pai José ter somado 11 golos pela seleção nacional (em 25 internacionalizações).

O feito dos Andrés foi promovido já na era de Fernando Santos, uma vez que André André marcou num amigável com o Luxemburgo em novembro de 2015, com o engenheiro a selecionador. O pai também não era propriamente um goleador, mas faturou por uma vez nas 20 internacionalizações que teve, diante de Angola em março de 1989.

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