Mónaco. Henry deseja sorte a Jardim

Treinador francês esteve três meses no cargo, período em que Leonardo Jardim esteve fora do clube, e mostra gratidão

Em cerca de três meses, entre o despedimento (11 outubro) e (re)contratação de Leonardo Jardim na quinta-feira (um dia depois de 'Titi' ter sido suspenso), Thierry Henry não conseguiu impedir que o mal se tornasse pior no Mónaco. Orientou a equipa em 20 jogos, perdeu 11, empatou cinco e venceu apenas quatro.

Mas o antigo internacional francês e lenda do Arsenal não parece guardar ressentimentos - até porque são os resultados que definam as carreiras dos treinadores, em teoria. "Espero que o meu sucessor possa agora dar mais força ao Mónaco. Desejo a todos sucesso para o futuro", escreveu na conta pessoal do Twitter.

"É com profunda tristeza que deixo o Mónaco. Apesar de todas as dificuldades que encontrámos nesta minha curta jornada, consegui apreciar verdadeiramente o tempo que passei neste clube maravilhoso. Desde o primeiro dia, a minha ambição e filosofia sempre foi a de colocar o clube em primeiro lugar. Acredito muito neste grupo de jogadores e que a equipa, com todos os recentes reforços, está agora em melhor forma para atacar a segunda metade da época, entrar numa série de vitórias e mostrar todo o seu potencial", escreveu o agora treinador que, como jogador, colecionou 21 troféus.

Henry deixou o clube na 19.ª e penúltima posição da Ligue 1 e palavras de agradecimento a Vadim Vasilyev (vice-presidente) e Michael Emenalo (diretor desportivo). "Por me terem dado a oportunidade de treinador o clube da minha juventude".

Com Leonardo Jardim ainda na bancada, o Mónaco orientado interinamente por Franck Passi (era adjunto de Henry) joga este sábado (19:00) uma partida com influência direta na luta pela saída das catacumbas, deslocando-se ao terreno do Dijon, situado um lugar acima na classificação com mais dois pontos (17), mas menos um jogo (o 18.º tem de jogar um play off).

Já acima da linha de salvação, encontram-se, a três pontos de distância do Mónaco e com os mesmos jogos, Amiens e Caen, que este domingo defrontam, respetivamente, Lyon (em casa) e Montpellier (fora). A primeiro jogo de Jardim no banco neste regresso três meses e meio depois é só terça-feira com o Guingamp, para a Taça da Liga.

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