João Sousa desce quatro lugares no ranking liderado por Nadal

A classificação feminina mundial continua a ser liderada pela romena Simona Halep.

João Sousa desceu quatro lugares no ranking ATP e passou a ocupar a 48.ª posição da hierarquia mundial, que continua a ser liderada pelo espanhol Rafael Nadal.

Apesar da descida, o tenista de Guimarães Sousa mantém-se como o melhor representante português, muitos lugares acima de Pedro Sousa, 138.º posicionado, e de Gastão Elias, 198.º, que ascenderam duas posições cada um.

Nadal permanece como n.º1 mundial, seguido do sérvio Novak Djokovic e suíço Roger Federer, segundo e terceiro colocados. No top 10 houve apenas uma alteração: John Isner é nono e relegou Kevin Anderson para 10.º.

Halep lidera entre as mulheres

A classificação feminina mundial continua a ser liderada pela romena Simona Halep, mas agora com a alemã Angelique Kerber no segundo posto. A dinamarquesa Caroline Wozniacki está no terceiro lugar.

Exclusivos

Premium

Nuno Severiano Teixeira

"O soldado Milhões é um símbolo da capacidade heroica" portuguesa

Entrevista a Nuno Severiano Teixeira, professor catedrático na Universidade Nova de Lisboa e antigo ministro da Defesa. O autor de The Portuguese at War, um livro agora editado exclusivamente em Inglaterra a pedido da Sussex Academic Press, fala da história militar do país e da evolução tremenda das nossas Forças Armadas desde a chegada da democracia.

Premium

Ferreira Fernandes

A angústia de um espanhol no momento do referendo

Fernando Rosales, vou começar a inventá-lo, nasceu em Saucelle, numa margem do rio Douro. Se fosse na outra, seria português. Assim, é espanhol. Prossigo a invenção, verdadeira: era garoto, os seus pais levaram-no de férias a Barcelona. Foram ver um parque. Logo ficou com um daqueles nomes que se transformam no trenó Rosebud das nossas vidas: Parque Güell. Na verdade, saberia só mais tarde, era Barcelona, toda ela.

Premium

Maria Antónia de Almeida Santos

Dos pobres também reza a história

Já era tempo de a humanidade começar a atuar sem ideias preconcebidas sobre como erradicar a pobreza. A atribuição do Prémio Nobel da Economia esta semana a Esther Duflo, ao seu marido Abhijit Vinaayak Banerjee e a Michael Kremer, pela sua abordagem para reduzir a pobreza global, parece indicar que estamos finalmente nesse caminho. Logo à partida, esta escolha reforça a noção de que a pobreza é mesmo um problema global e que deve ser assumido como tal. Em seguida, ilustra a validade do experimentalismo na abordagem que se quer cada vez mais científica às questões económico-sociais. Por último, pela análise que os laureados têm feito de questões específicas e precisas, temos a demonstração da importância das políticas económico-financeiras orientadas para as pessoas.