Queniano Eliud Kipchoge bate em Berlim recorde mundial da maratona

Campeão Olímpico completou a corrida em 2.01.40 horas

O queniano Eliud Kipchoge bateu hoje o recorde mundial da maratona, ao correr a distância em Berlim em 02.01.40 horas.

Kipchoge, campeão olímpico da maratona e vencedor na capital alemã em 2015 e 2017, bateu o recorde que pertencia ao seu compatriota Dennis Kimetto (02:02.57), que tinha sido alcançado também em Berlim, em 2014, retirando-lhe o tempo de 01.17 minutos.

O novo recordista mundial, que já correu nove maratonas abaixo de 2:06 horas, tinha como recorde pessoal 2:03.05 (Londres, em 2016), e chegava a Berlim exatamente com o objetivo de alcançar um novo recorde mundial.

O recorde mundial da maratona chegou a ser do português Carlos Lopes, estabelecida em Roterdão em 1985. Nessa corrida, o português tornou-se o primeiro homem a correr a maratona em menos de duas horas e oito minutos, com o tempo de 2:07.12 horas. Esta marca foi batida em 1988.

Carlos Lopes teve também o recorde olímpico durante 24 anos, até 2008, estabelecido nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, quando conquistou a medalha de ouro.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

O populismo entre nós

O sucesso eleitoral de movimentos e líderes populistas conservadores um pouco por todo o mundo (EUA, Brasil, Filipinas, Turquia, Itália, França, Alemanha, etc.) suscita apreensão nos países que ainda não foram contagiados pelo vírus. Em Portugal vários grupúsculos e pequenos líderes tentam aproveitar o ar dos tempos, aspirando a tornar-se os Trumps, Bolsonaros ou Salvinis lusitanos. Até prova em contrário, estas imitações de baixa qualidade parecem condenadas ao fracasso. Isso não significa, porém, que o país esteja livre de populismos da mesma espécie. Os riscos, porém, vêm de outras paragens, a mais óbvia das quais já é antiga, mas perdura por boas e más razões - o populismo territorial.