Liga Diamante: Pedro Pichardo vence, Nelson Évora último

Cubano naturalizado venceu meeting de Bruxelas da Liga Diamante com a marca de 17,49 metros. Atual campeão europeu só teve um salto válido com 15,86 metros

O detentor do recorde português do triplo salto, o cubano naturalizado Pedro Pichardo, venceu esta sexta-feira o Meeting de Bruxelas da Liga Diamante, com o campeão europeu Nelson Évora em oitavo e último lugar.

Pichardo conseguiu a vitória ao quarto salto, registando 17,49 metros, ainda assim distante dos 17,95 com que estabeleceu um novo recorde nacional e aquela que é, até ao momento, a melhor marca mundial do ano.

O recorde nacional tinha sido estabelecido na primeira vitória do atleta, a competir por Portugal desde dezembro de 2017, na Liga Diamante, em Doha, primeiro evento da temporada 2018.

Atrás do atleta do Benfica ficaram os norte-americanos Christian Taylor, que, depois de vencer os últimos três eventos, foi segundo com 17,31, e Donald Scott, terceiro com 17,25.

Por seu lado, Nelson Évora, campeão olímpico em Pequim 2008 e que recentemente se sagrou campeão europeu, em Berlim, só conseguiu um salto válido.

Ao terceiro ensaio, o atleta do Sporting registou 15,86 metros, a única marca abaixo dos 16, e ficou com o oitavo e último lugar da prova da Liga Diamante.

Exclusivos

Premium

Ferreira Fernandes

"Corta!", dizem os Diáconos Remédios da vida

É muito irónico Plácido Domingo já não cantar a 6 de setembro na Ópera de São Francisco. Nove mulheres, todas adultas, todas livres, acusaram-no agora de assédios antigos, quando já elas eram todas maiores e livres. Não houve nenhuma acusação, nem judicial nem policial, só uma afirmação em tom de denúncia. O tenor lançou-lhes o seu maior charme, a voz, acrescida de ter acontecido quando ele era mais magro e ter menos cãs na barba - só isso, e que já é muito (e digo de longe, ouvido e visto da plateia) -, lançou, foi aceite por umas senhoras, recusado por outras, mas agora com todas a revelar ter havido em cada caso uma pressão por parte dele. O âmago do assunto é no fundo uma das constantes, a maior delas, daquilo que as óperas falam: o amor (em todas as suas vertentes).