A impressionante receção dos belgas à seleção

Bélgica venceu Inglaterra e garantiu o terceiro lugar no Mundial 2018, a melhor participação de sempre.

A Bélgica foi recebida em festa. A seleção belga alcançou a sua melhor participação de sempre em Mundiais, ao garantir o 3.º lugar no Mundial 2018 e no regresso a casa, a equipa técnica e jogadores foram recebidos em pleno ambiente de festa e euforia, como se tivessem sido campeões

Depois de vencer Inglaterra (2-0) e ter arrecado a medalha do terceiro lugar na Rússia, a delegação belga embarcou rumo a Bruxelas. Ainda no aeroporto, dezenas de torcedores abordaram jogadores e treinador para tirar fotos, pedir autógrafos e parabenizar pela façanha.

Depois a comitiva seguiu rumo ao Palácio Real, onde foram recebidos pelo Rei Filip e a Rainha Mathilde numa solenidade de boas-vindas, após a boa campanha na Rússia. Mas a verdadeira euforia foi quando os jogadores e equipa técnica apareceram na varanda do palácio para saudar os fãs.

Essa foi a melhor campanha da história da Bélgica num mundial, superando o quarto lugar conquistado no Mundial de 1986, no México. Além disso, os belgas tiveram o segundo melhor jogador do mundial (Hazard), o segundo melhor marcador (Lukaku) e o melhor guarda-redes (Courtois).

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.