Sérgio Conceição: "Vamos voltar a ser a equipa que fomos"

Treinador do FC Porto falou ainda da entrada de Danilo ao fim de seis meses parado e o regresso de Marega aos golos, depois da vitória sobre o Moreirense, por 3-0, este domingo, no Dragão.

Sérgio Conceição, treinador do FC Porto, estava obviamente satisfeito com o triunfo sobre o Moreirense, por 3-0, este domingo, no Estádio do Dragão, com golos de Herrera, Aboubakar e Marega, em jogo da quarta jornada da Liga. Até porque foi conseguida depois de uma derrota sofrida, na época passada com o Vit. Guimarães (3-2).

"Sim, em termos do que foi a entrada em jogo, que foi forte. Fizemos dois golos, contra uma equipa que veio aqui para discutir o jogo e que coloca muita gente no corredor central. Não era o adversário ideal, é uma equipa chata nesse sentido. Tem qualidade. Hoje em dia toda a gente trabalha bem, fisicamente as equipas equivalem-se muito. Se baixarmos a agressividade não fica fácil. Mais de 50 por cento dos jogadores que entraram em campo chegaram mais tarde. O Brahimi esteve sem treinar alguns dias, o Marega esteve fora, Danilo entrou e isso é um ponto positivo, assim como o golo de Marega, embora a equipa seja o principal. Mas são momentos importantes para adquirirmos o nível do ano passado", em declarações na flash interview da SportTV.

"Vamos voltar a ser a equipa que fomos no ano passado e no início desta época. A paragem é importante nesse sentido. Apesar de termos alguns jogadores nas seleções, isso é positivo. De qualquer das maneiras, há que trabalhar os jogadores que chegarem e inseri-los no contexto da equipa", garantiu Sérgio Conceição.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

Crédito: teremos aprendido a lição?

Crédito para a habitação, crédito para o carro, crédito para as obras, crédito para as férias, crédito para tudo... Foi assim a vida de muitos portugueses antes da crise, a contrair crédito sobre crédito. Particulares e também os bancos (que facilitaram demais) ficaram com culpas no cartório. A pergunta que vale a pena fazer hoje é se, depois da crise e da intervenção da troika, a realidade terá mudado assim tanto? Parece que não. Hoje não é só o Estado que está sobre-endividado, mas são também os privados, quer as empresas quer os particulares.