Entrevista de Neymar a televisão brasileira foi roubada

A entrevista ao jogador brasileiro estava a criar grande expectativa até pela indefinição em torno do seu futuro. Mas foi roubada do carro dos repórteres e ainda não apareceu.

A entrevista a Neymar que deveria passar esta segunda-feira na televisão brasileira não foi para o ar porque... foi roubada. Segundo informou o UOL Esporte, o meio de comunicação encarregue da transmissão através da cadeia de televisão Band, a gravação tal como todo o material foi roubada do carro de um dos jornalistas.

A entrevista a Neymar chegou a estar programada para ir para o ar no passado sábado, mas depois acabou por ser adiada para esta segunda-feira. Agora percebe-se a razão desta mudança, pois havia esperança de que entretanto fosse devolvida, algo que não aconteceu. A entrevista, recorde-se, estava a criar uma enorme expectativa no Brasil, não só pela polémica em torno da acusação de violação, mas também pela guerra aberta entre o jogador brasileiro e o PSG.

"Temos a esperança de recuperar e exibir na integra essa entrevista", revelou um dos repórteres, mostrando um boletim de ocorrência feito após o roubo. A assessoria de imprensa da emissora Band confirmou o furto e disse que, além do cartão de memória onde a entrevista estava gravada, foram roubados objetos pessoais dos profissionais.

Neymar, entretanto, juntou-se esta segunda-feira à concentração do Paris Saint Germain, uma semana depois de os restantes futebolistas do clube francês iniciarem os treinos.

A chegada do avançado brasileiro à capital francesa durante a manhã foi noticiada pela comunicação social gaulesa, acrescentando que Neymar se deverá reunir com o diretor desportivo do clube, Leonardo, para explicar o regresso tardio.

Neymar, que foi contratado pelo clube ao FC Barcelona em 2017, por 222 milhões de euros, tem sido dado como possível reforço dos catalães, pelos quais alinhou durante quatro temporadas. Em 8 de julho último, data do regresso ao trabalho dos bicampeões franceses, o clube disse lamentar o atraso no regresso do brasileiro, assegurando que iria "tomar as medidas necessárias".

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