Leões queixam-se de censura, após castigo a Bruno de Carvalho

"Há quem, no futebol português, pareça querer voltar a um tempo em que a censura era azul. Hoje, a única diferença, é a cor do lápis", reagiu, esta terça-feira, o diretor de comunicação do Sporting, Nuno Saraiva.

Após o presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, ter sido suspenso esta terça-feira, por 113 dias, pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, o diretor de comunicação do clube leonino, Nuno Saraiva, veio acusar as instâncias da justiça desportiva nacional de dualidade de critérios.

"Há quem, no futebol português, pareça querer voltar a um tempo em que a censura era azul. Hoje, a única diferença, é a cor do lápis", notou o diretor de comunicação do Sporting, numa publicação na rede social Facebook, em que defende Bruno de Carvalho e compara a sua situação com a do presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira. "O presidente de certo e determinado clube ofende, insulta e injuria um vice-presidente do Conselho de Arbitragem e é castigado com 60 dias. O Presidente do Sporting Clube de Portugal, após meses e meses de acções cometidas por outros que podem ser entendidas como pressão e chantagem, é punido com 113 dias de suspensão, sendo que o único delito que cometeu foi de opinião", aponta Nuno Saraiva.

"Veremos o que acontece aos que, na semana passada, boicotaram a Seleção Nacional, promoveram e instigaram o clima que conduziu à agressão ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting CP [Jaime Marta Soares] e desferiram o maior ataque de que há memória às instâncias do futebol português, pondo em causa o seu carácter, a sua honra e a sua dignidade. Nessa altura, para quem ainda possa ter dúvidas, teremos, seguramente, a prova dos nove", diz ainda o diretor de comunicação dos leões, em mais uma menção ao Benfica.

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