Paulo Gonçalves: "É um Dakar que termina da pior maneira"

Piloto diz que não se recorda como conseguiu pedir ajuda

"Terminei da pior forma este Dakar 2016, ao que parece tive uma queda forte, a verdade é que não me recordo do que se passou, disseram-me que consegui seguir com a mota até uma zona de público e ambulâncias. É um Dakar que termina da pior maneira, é lamentável para mim, para a equipa, merecíamos muito mais. Mas a competição é assim, algo não estava a ir bem nos últimos dias, termino da pior maneira mas é preciso seguir em frente e em breve voltaremos a competir."

Foi desta que o piloto português descreveu através da sua assessoria de imprensa o acidente que o obrigou a terminar a prova de todo-o-terreno, depois de uma aparatosa queda na 11.ª etapa.

Paulo Gonçalves foi vítima de uma aparatosa queda nos quilómetros iniciais da "especial" cronometrada entre La Rioja e San Juan, na Argentina, tendo sido evacuado de helicóptero para um hospital local.

O piloto português, que no dia anterior tinha visto ser-lhe acrescida uma forte penalização devido às circunstâncias da nona etapa em que esteve praticamente fora de prova devido a uma avaria mecânica, saiu esta quinta-feira para a estrada no quarto lugar mas viria a sofrer uma queda pouco depois do segundo ponto de passagem (Way Point 2) da etapa. Gonçalves ainda procurou seguir em prova mas acabaria por perder a consciência, foi assistido no local pela equipa médica e seguidamente evacuado para o hospital local.

Paulo Gonçalves recuperou a consciência e apresentava fortes dores de cabeça na chegada ao hospital, onde foi observado pela equipa médica que lhe viria a diagnosticar um traumatismo craniano moderado.

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