O jogador mais rico do mundo joga nas reservas do Leicester

Faiq Bolkiah é sobrinho do sultão do Brunei. Tem tigres e leopardos como animais de estimação. O pai celebrou os 50 anos com um concerto privado de Michael Jackson

Numa altura em que têm surgido notícias de que Cristiano Ronaldo quer ser o futebolista mais bem pago do mundo - de momento está atrás de Messi e Neymar -, eis que é "descoberto" aquele que é, certamente, o jogador de futebol mais rico do mundo... Faiq Bolkiah.

Se o nome não lhe é familiar, não estranhe, visto que o jovem de 19 anos alinha nas reservas do Leicester, em Inglaterra.

E não será, certamente, devido ao ordenado que aufere que Faiq Bolkiah é o jogador mais rico do planeta. É que o jovem é sobrinho do sultão do Brunei, Hassanal Bolkiah, que governo o país desde 1967 e tem uma fortuna avaliada em cerca de 16,7 mil milhões de euros.

Faiq Bolkiah tem tigres e leopardos como animais de estimação, como mostra nas redes sociais.

Para se ter alguma noção da fortuna do jovem ajuda olhar para algum dos gastos do pai, Jefri Bolkiah. Aos 50 anos, o princípe pagou 14 milhões de euros a Michael Jackson para um concerto privado. Construiu, até, um estádio para o efeito. E sim, tem carros, muitos. Neste caso, cerca de 2300, entre Rolls-Royce, Bentley ou Ferrari. À frente da Agência de Investimento do Brunei há 15 anos, o pai do jovem jogador terá gasto mais de 11,3 mil milhões de euros.

Aliás, em 2000 Jefri Bolkiah foi afastado do cargo de ministro das Finanças e da direção de todas as empresas que dirigia, sob a acusação de ter desperdiçado mais de 40 mil milhões de dólares de fundos estatais, dos quais cerca de dois mil milhões em aviões, iates, joias e automóveis de luxo.

O jornal britânico Mirror diz que, a dada altura, o pai de Faiq Bolkiah gastava uma média de 39,7 milhões de euros por mês em carros, relógios e canetas de ouro branco.

"Jogo futebol desde que me lembro e sempre gostei de entrar em campo e ter a bola nos pés. Os meus pais sempre me apoiaram no sonho de ser futebolista. Treinaram-me fisicamente e psicologicamente durante a minha infância e, por isso, são os meus ídolos", afirma o jovem jogador do Leicester.

O extremo do Leicester já passou por outros clubes em Inglaterra, como o Southampton, e até o Arsenal, mas sem sucesso. Esteve também no Chelsea, mas acabou nos foxes onde ainda joga, explica o Mirror.

Apesar de ter nascido em Los Angeles, EUA, o jovem escolheu representar as cores do Brunei. Já alinhou pelo país nove vezes e tem um golo no currículo ao serviço da seleção.

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