Nuno Borges estreia-se em Grand Slams com vitória no qualifying

No dia em alcançou o seu melhor ranking de sempre, ao ascender à 126.ª posição da hierarquia ATP, Borges celebrou o feito apurando-se para a segunda ronda da fase de qualificação do segundo major da temporada, com um triunfo por 6-3, 1-6 e 6-2, em uma hora e 40 minutos.

O tenista português Nuno Borges avançou esta segunda-feira para a segunda ronda do 'qualifying' de Roland Garros, após vencer em três 'sets' o italiano Thomas Fabbiano, no encontro que marcou a sua estreia absoluta em torneios do 'Grand Slam'.

No dia em alcançou o seu melhor 'ranking' de sempre, ao ascender à 126.ª posição da hierarquia ATP, Borges 'celebrou' o feito apurando-se para a segunda ronda da fase de qualificação do segundo 'major' da temporada, com um triunfo por 6-3, 1-6 e 6-2, em uma hora e 40 minutos.

No 'court' 2, o maiato de 25 anos até começou pior, sendo quebrado logo no primeiro jogo pelo 187.º jogador mundial, mas conseguiu o 'contra-break' ao quarto jogo e voltou a quebrar o serviço do adversário no oitavo, para fechar o primeiro parcial com 6-3.

Na estreia na 'catedral da terra batida', e também em torneios do 'Grand Slam' -- falhou o Open da Austrália em janeiro por estar infetado com o coronavírus -, Borges desperdiçou um 'break-point' no jogo inicial do segundo 'set', antes de ver o italiano 'embalar' para um 6-1.

O número dois português acabaria por fechar o encontro no primeiro 'match-point' de que dispôs, ao quebrar pela segunda vez o serviço a Fabbiano no terceiro e derradeiro 'set'.

Na segunda de três rondas do 'qualifying' do torneio parisiense, Nuno Borges enfrentará o brasileiro Felipe Meligeni Rodrigues Alves (190.º), que bateu o norte-americano Bradley Klahn, com duplo 6-3.

Tenista João Sousa sobe quatro lugares no ranking mundial, Djokovic continua líder

O tenista português João Sousa subiu quatro lugares no ranking mundial, para o 79.º, numa classificação que foi esta segunda-feira divulgada e que continua a ser liderada pelo sérvio Novak Djokovic, vencedor no domingo do Masters 1.000 de Roma.

Djokovic, que poderia perder o comando da hierarquia da ATP caso tivesse um desempenho negativo no torneio italiano, venceu Stefanos Tsitsipas na final, mas o grego também capitalizou a estada em Roma, subindo à quarta posição do ranking, atrás do russo Daniil Medvedev e do alemão Alexander Zverev, segundo e terceiro classificados, respetivamente.

Tsitsipas relegou para o quinto posto o espanhol Rafael Nadal, que pagou o preço de ter sido eliminado nos oitavos de final da prova disputada na capital italiana, em terra batida -- a sua especialidade -, na qual defendia o título.

O norueguês Casper Rudd, semifinalista em Roma, subiu do 10.º para o oitavo lugar, por troca com o italiano Matteo Berrettini, atrás do espanhol Carlos Alcaraz (sexto) e do russo Andrey Rublev (sétimo), que mantiveram as posições, tal como o canadiano Felix Auger-Aliassime (nono).

João Sousa continua a ser o melhor representante português e o único no 'top 100', no 79.º posto, depois de ter sido afastado nos 16 avos de final do torneio de Bordéus pelo compatriota Nuno Borges, que ascendeu seis posições, para a 126.ª, a sua melhor classificação de sempre.

Gastão Elias, pelo contrário, desceu dois lugares, para o 157.º, enquanto Frederico Silva e Pedro Sousa já estão fora dos 200 primeiros classificados, em 262.º e 287.º, respetivamente.

No ranking feminino, a polaca Iga Swiatek consolidou a liderança, depois de ter vencido em Roma o quinto torneio seguido, imediatamente à frente da checa Barbora Krejcikova e da espanhola Paula Badosa, que ocupam as segunda e terceira posições, respetivamente.

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