Justiça argentina implica mais uma pessoa na morte de Maradona

Pedro Di Spagna tinha sido contratado para prestar apoio clínico a Maradona, durante o internamento domiciliário do antigo jogador, que acabou por morrer aos 60 anos, a 25 de novembro de 2020, após uma paragem cardiorrespiratória.

A justiça argentina implicou esta terça-feira uma oitava pessoa na investigação à morte da antiga estrela do futebol Diego Maradona, com o médico Pedro Di Spagna a ser também indiciado por "homicídio simples, com dolo eventual".​​​​​​​

Di Spagna tinha sido contratado para prestar apoio clínico a Maradona, durante o internamento domiciliário do antigo jogador, que acabou por morrer aos 60 anos, em 25 de novembro de 2020, após uma paragem cardiorrespiratória.

A justiça, que pretende ouvir Di Spagna em 20 de dezembro e já pediu ao juiz a proibição de saída do país, considera que o médico apenas consultou Maradona em duas ocasiões e que não cumpriu com os deveres a que estava obrigado.

Outros indiciados na morte de Maradona são o neurocirurgião Leopoldo Luque, a psiquiatra Agustiba Cosachov, o psicólogo Carlos Díaz, a médica que coordenava os cuidados domiciliários, Nancy Forlini, o responsável de enfermagem, Mariano Perroni, e os enfermeiros Ricardo Omar Almirón e Dahiana Gisela Madrid.

Maradona, que sofria de problemas renais, hepáticos e cardíacos, morreu de ataque cardíaco em 25 de novembro de 2020, em casa, poucas semanas depois de ter sido submetido a uma cirurgia ao cérebro para extrair um coágulo sanguíneo.

Tido como um dos melhores futebolistas da história, a carreira de Maradona, entre 1976 e 2001, ficou marcada pela conquista, pela Argentina, do Mundial de 1986, no México, e pelos dois títulos italianos e a Taça UEFA arrebatada ao serviço dos italianos do Nápoles.

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