FC Porto desmente censura e acusa claque Colectivo 95

Diretor de comunicação portista acusa a claque de não ter mostrado a totalidade da faixa. Responsável saúda o regresso dos penáltis ao Dragão numa altura em que já não contam para nada

Durante a segunda parte do FC Porto-Paços de Ferreira a claque portista Colectivo 95 abandonou o estádio para surpresa de muitos. Depois viria a saber-se que tinha a ver com uma tarja que o clube impediu de mostrar. A mesma tarja dizia: "O espírito de campeão vive apenas nos nossos adeptos".


A claque queixou-se de censura e opressão, mas esta segunda-feira o diretor de comunicação do FC Porto Francisco J. Marques respondeu através da newsletter Dragões Diário e acusou a claque de só mostrar parte da tarja.

"No FC Porto não há censura. Vem isto a propósito de uma faixa que a claque Coletivo 95 ontem quis exibir e os seguranças não permitiram a entrada. E não permitiram porque a faixa era ofensiva para com os nossos jogadores no decurso de um jogo e isso nunca será permitido no nosso estádio. E porque não há censura, aqui fica a frase: 'Vocês só nos fazem mal! O espírito de campeão vive apenas nos nossos adeptos'. Quem nos faz mal, muito mal, não são os nossos jogadores, que lutaram como bravos contra forças extrajogo muito prejudiciais. Não perceber isso é não perceber nada do que foi esta temporada, porque nem foi só no campeonato que o FC Porto foi impedido de vencer. Fora do estádio foi exibida apenas uma parte da frase e sobre isso apenas os responsáveis por essa atitude poderão falar", referiu Francisco J. Marques, que ainda fez considerações sobre o encontro com o Paços de Ferreira.

"Com o campeonato decidido voltaram a ser assinaladas grandes penalidades no Dragão, o que não deixa de ser irónico. Foi preciso o jogo não contar para a classificação para o melhor ou um dos melhores árbitros portugueses arbitrar o FC Porto. Mais uma arbitragem para Rui Costa e Manuel Oliveira observarem com atenção, para se um dia voltarem ao Dragão, o que não desejamos, possam seguir essa regra universal no futebol, apitar as faltas cometidas, independentemente onde aconteçam."

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