Chidozie. As voltas ao Dragão para ser como o ídolo Obi Mikel

A odisseia do jovem central nigeriano que surpreendeu na Luz. Das corridas noturnas à volta do estádio com o amigo Fidelis aos acasos que o transformaram num central promissor

Quando chegou a Portugal, em setembro de 2014, para prestar provas no FC Porto, Chidozie era apenas um entre muitos promissores futebolistas africanos a tentar a sua sorte na Europa. Partilhava o sonho com o compatriota e amigo Fidelis, outro nigeriano que os dragões recrutaram na Nigéria, três meses antes. "Para o ano vamos estar a jogar aqui", brincava um deles, durante uma das corridas noturnas que, frequentemente, davam à volta do Estádio do Dragão. Chidozie estava longe de imaginar que a sua estreia no campeonato pelos azuis e brancos estava destinada a acontecer já na passada sexta-feira, e logo diante do Benfica.

Perante a razia nos centrais disponíveis para o clássico, José Peseiro teve a coragem de apostar na titularidade do jovem de 19 anos em plena Luz. O desafio superado de forma exemplar deixou Fidelis "muito, muito orgulhoso" do seu companheiro. "Naquelas noites em que íamos correr à volta do Dragão, sempre falámos em chegar ao topo. Sabíamos que lá chegaríamos um dia, mas nunca pensámos que fosse tão cedo. Nem eu estava à espera de que ele jogasse tão bem", contou Fidelis ao DN.

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