Bruno de Carvalho suspenso seis meses; Carlos Pinho 20 meses

Conselho de Disciplina aplica penas duras na sequência do caso do túnel de Alvalade

Bruno de Carvalho, presidente do Sporting, foi suspenso por seis meses, e Carlos Pinho, líder do Arouca, foi castigado com 20 meses pelo Conselho de Disciplina, que ontem se reuniu para decidir aquele que ficou conhecido como o caso do túnel de Alvalade.

A notícia foi avançada na tarde desta quarta-feira pela SportTV, dando conta de que terminou um dos casos mais mediáticos da época passada, mais de nove meses depois dos incidentes que envolveram os presidentes dos dois clubes no final do Sporting-Arouca, jogo a contar para a I Liga.

Tudo aconteceu a 6 de novembro de 2016, quando Bruno de Carvalho e Carlos Pinho se cruzaram nos corredores de acesso aos balneários de Alvalade, com o líder leonino a expelir fumo do seu cigarro eletrónico na direção do homólogo arouquense, gerando-se de imediato uma grande confusão, que obrigou mesmo à intervenção dos stewards e dos agentes da Polícia de Segurança Pública.

Bruno de Carvalho, que estava acusado pela Comissão de Instrutores da Liga de uma infração disciplinar, incorria numa suspensão entre dois meses e dois anos, enquanto Carlos Pinho, que era acusado de seis infrações, poderia ser punido entre 16 meses e 11 anos de suspensão.

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